Pontepretano

COM MORAL

Já virou rotina na Ponte Preta. Se a situação apertou, chama o João Brigatti. É uma espécie de “bombeiro” da Macaca. Foi assim após as saídas de Felipe Moreira, Gilson Kleina e Eduardo Baptista. Será assim agora também com a demissão de Doriva.

A aposta da diretoria é no estilo enérgico e na identificação do ex-goleiro com a torcida para contornar a crise no Majestoso. Com duas derrotas seguidas e sem vencer há três partidas pela Série B, a Macaca aparece à beira da zona de rebaixamento.

Auxiliar fixo do clube, Brigatti vai para a sua quarta passagem como interino respaldado não apenas pelo prestígio que tem internamente, mas também pelos números. É dele o melhor retrospecto entre os últimos três técnicos da Ponte.

João Brigatti vai para a sua quarta experiência como interino da Macaca (Foto: Carlos Velardi/ EPTV) João Brigatti vai para a sua quarta experiência como interino da Macaca (Foto: Carlos Velardi/ EPTV) </source></source></source></source></source>

João Brigatti vai para a sua quarta experiência como interino da Macaca (Foto: Carlos Velardi/ EPTV)

Com cinco vitórias, cinco empates e duas derrotas em 12 jogos ao todo, Brigatti tem 55,5% de aproveitamento, bem superior aos 33,3% de Doriva, aos 29,3% de Eduardo Baptista e melhor que os 44,1% de Kleina. Só perde para Felipe Moreira, que saiu com 62,5%.

Veja abaixo o desempenho de Brigatti em cada passagem como interino:

O trabalho mais emblemático foi justamente o mais recente. Brigatti pegou um time em cacos, ameaçado pelo rebaixamento no Paulistão, e entregou a equipe na elite estadual, classificada para a quarta fase da Copa do Brasil e campeã do Interior, com um ambiente menos carregado.

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A próxima experiência do interino começa neste sábado, contra o Oeste, a partir das 19h, no Majestoso. Se ele der conta do recado, como já fez nas vezes anteriores, a tendência é ir ficando. Para quem sabe ser mais que um tapa-buraco desta vez.